Enfrentar as desigualdades para vencer a pobreza

Enchentes no Sudão do Sul deixam 800 mil sem água, comida e abrigo

28/10/2019 Tempo de leitura: 1 minuto
 

Cerca de 800 mil pessoas estão sob risco de doenças e fome extrema como resultado de devastadoras enchentes que atingiram o Sudão do Sul.

Intensas e inesperadas chuvas atingiram o país causando imensos deslocamentos, principalmente em Akobo, Pibor e Lankien, áreas em que a Oxfam atua.

Milhares de casas foram destruídas e muitas áreas estão submersas e inacessíveis. Muitos perderam sua colheita e animais, e muitas escolas e postos de saúde foram fechados, ou por estarem inundados ou por terem sido convertidos em abrigos emergenciais.

As primeiras 24 horas de uma emergência humanitária

As previsões são de mais chuvas fortes para as próximas duas semanas. A situação é dramática e há risco de surto de doenças como cólera.

“A escala dessas enchentes é totalmente inesperada. Normalmente, é nessa época do ano que começa a temporada de seca no Sudão do Sul”, afirma Sajit Menon, da equipe humanitária da Oxfam no país. “O mais cruel deste cenário é que as pessoas atingidas agora pelas enchentes já estavam em situação de fome. São pessoas que lutavam para sobreviver e agora perderam tudo.”

Conheça o trabalho humanitário da Oxfam

As pessoas que conseguiram chegar a áreas seguras estão agora sem comida ou água potável. Precisam também de abrigos. A Oxfam está na região providenciando ajuda humanitária em parceria com outras agências, distribuindo sabão, baldes e outros itens de higiene básica para cerca de 45 mil pessoas.

Mas os obstáculos para distribuir a ajuda humanitária são muitos. O país tem apenas 200 quilômetros de ruas pavimentadas. “Com as enchentes, precisamos de recursos extras para chegar a quem mais precisa. E precisamos fazer isso o quanto antes, antes que seja tarde de mais. Milhares de vidas estão ameaçadas”, diz Menon.

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